Diogo Morgado FansMobile version
Welcome to the unofficial portuguese-english fansite for actor Diogo Morgado, best known for his roles in portuguese soap operas and american hits like "The Bible" and "Son of God". We have no affiliation nor do we represent Diogo in any way. This is just a work of a fan. ENJOY!

Director Diogo Morgado, lead actor Brian Patrick Wade, and writer/producer Travis Bowman stopped in Hickory last Tuesday at The Brock Agency to look at locations to shoot “Luso.”

Filmmakers working to bring the story of Revolutionary War hero Peter Francisco to the screen are scouting locations in Catawba County this week.

“North Carolina, obviously, here in the South, we’ve got a lot of period locations that fit perfectly,” Bowman said.

Morgado said he is looking for locations that are authentic to the period but also original.

“Stories of this time period are not new,” Morgado said. “So how do you bring something that is as accurate as possible but at the same time, with a different perspective?”

Wade, who is known for his role on Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D., said North Carolina seems to have the topography and history to possibly make the film here.

“This was just the natural fit, and then, of course, the tax incentives on top of it is just a great bonus,” Wade added.

Travis Bowman, the screenwriter for the film, gave some background on Francisco’s story during a press conference with director Diogo Morgado and lead actor Brian Patrick Wade Tuesday at The Brock Agency in Hickory.

Francisco was a native of Portugal who was kidnapped at age 5 and left at a dock in Virginia, Bowman said.

Francisco is particularly known for his actions during the Battle of Guilford Courthouse in 1781. Accounts vary as to the number of British soldiers Francisco killed in the battle.

Some sources say he killed 11 soldiers, but in his application for a pension decades after the battle, Francisco himself only claimed four, Bowman said.

March 15, the anniversary of the battle, is celebrated as Peter Francisco Day in a number of states, including Virginia, Rhode Island and Massachusetts.

The film is titled “Luso,” a prefix that refers to people or things from Portugal.

In addition to North Carolina, filmmakers will also look at locations in Virginia and Portugal.

Wade said they were looking in the area because they wanted to make the film as accurate as possible.

“Look, I mean, we all know that you can recreate this stuff anywhere, right?” Wade said.

“(We could) do this in the back lot at Warner Bros. if we wanted to, but the fact of the matter we want to make this film as … authentic as possible and to do that it has to be shot here.”

Wade also mentioned that he came to Hickory for the first time in 2018, renting a property on Lake Hickory and staying in town for a few days for a friend’s birthday.

“It’s a great little country town,” Wade said. “I love it.”

Wade said he is excited to make this film and tell the story of this Portuguese-born American hero.

“For him not to be in our history books is bizarre to me,” Wade said. “So I’m hoping that we tell this story, and we tell it right and everyone knows who Peter Francisco is after this.”

Bowman said the filmmakers are working with The Brock Agency and hope to use local talent in the film.

Morgado, who is from Portugal, said he hopes to start filming in September and post-production could take more than a year. He doesn’t expect the film will be out until at least 2021.

Sources: WCNC; HickoryRecord; NewsTopicNews

A Big Pictures lançou hoje o trailer oficial de “Solum”, a 2ª longa-metragem dirigida por Diogo Morgado.

O filme estreia dia 1 de Maio nos cinemas portugueses!

Leiam, abaixo, a sinopse do filme:

“Uma ilha inabitada é usada como cenário para um aparente Reality Show de sobrevivência intitulado de “SOLUM”. 8 Concorrentes, deixados num ambiente inóspito e isolado, levam consigo apenas alguns objectos da sua escolha. O propósito!? O último a desistir vence o concurso, e o prémio final. Contudo, Sarah, médica, magoa-se, e é a primeira a querer desistir, mas morre ao tentar fazê-lo. Liam, obstinado, tem apenas um propósito: acabar com toda a competição. Carol parece sonhar com uma realidade paralela. Paul, sabe toda a verdade, mas nada faz para impedir o que agora parece inevitável para todos…. A sobrevivência não é mais um show, é Real…  A ilha não é uma ilha, e muito menos um programa de televisão.  A verdade é muito mais do que eles imaginam. O planeta está num estado insustentável, seco, queimado e destruído, Solum é a escolha dos humanos que restam na terra. Porém sobre critério obtuso e misterioso.  Desenrolando-se toda a ação sobre o olhar atento do que aparenta ser o único ocupante de uma misteriosa nave que orbita a Terra. Será ele a única esperança da raça humana, ou a razão da sua destruição? ”

O ator Diogo Morgado e a atriz Liliana Brandão são a nova imagem Ergovisão para o ano 2019. Vejam o Making Of da sessão fotográfica e descubram, em primeira mão, algumas das novidades para este novo ano. Que seja, para todos, um ano repleto de grandes concretizações! Feliz 2019!

GALLERY LINK:
Official Campaigns > 2019 > Ergovisão

Saiu ontem a notícia que a peça de teatro “Grease – O Musical” venceu a escolha do público para “Melhor Peça de Teatro 2018”!

Vejam, abaixo, a declaração da produtora do espectáculo, a Yellow Star Company.

Muitos parabéns a toda a equipa e elenco! 😀

E nada melhor para começar o ano, do que com a notícia que o nosso espetáculo “Grease, O Musical” venceu a votação do público para o prémio de Melhor Peça de Teatro em 2018, pelos Prémios Festivais da Canção! Falta ainda a votação do júri mas ao que parece 2019 promete ser um ano, no mínimo, inesquecível! Obrigado a todos aqueles que contribuíram para termos chegado até aqui. 
Quem não teve oportunidade de ver “Grease, O Musical” estaremos já nos próximos dias 11, 12 e 13 de Janeiro no Fórum Municipal Luisa Todi em Setúbal, 18 de Janeiro no Coliseu do Porto, e por fim, Teatro José Lúcio da Silva em Leiria, no dia 31. Vemo-nos lá? 
Obrigado a todos e.. FELIZ ANO NOVO!!!
Fonte: Festivais da Canção

Diogo Morgado e Carloto Cotta falam das suas personagens em «A Teia», na estreia de um cenário novo.

Fonte: TVI

Esta foi a primeira vez que Diogo Morgado trabalhou com António-Pedro Vasconcelos. ‘Parque Mayer’ é um filme inspirado no início do Estado Novo, mostrando o papel importante do teatro de revista no tempo em que se vivia em ditadura. Na altura, lutava-se pela liberdade e pouco se sabia além da informação que conseguia passar pelos pingos da chuva. 

Para o ator português, foi uma mais-valia e um desejo realizado o seu caminho ter-se cruzado com o do realizador. 

Fã assumido do trabalho de António, Diogo adorou esta experiência e partilhou-a com o Notícias ao Minuto.

Apaixonado pelo que faz e sempre muito simpático, o artista falou abertamente sobre o seu trabalho e carreira que construiu ao longo das duas últimas décadas. Além disso, não deixou de partilhar também as dificuldades que se vivem em Portugal em relação à sétima arte.


Estreou na passada quinta-feira, dia 6, mais um filme de António-Pedro Vasconcelos, ‘Parque Mayer’. Desta vez, o realizador contou com a participação de Diogo Morgado, que interpreta Eduardo. O ator é o entrevistado de hoje do Vozes ao Minuto e além de falar deste recente trabalho, aborda ainda um tema que tem vindo a ser muito questionado em Portugal: o apoio à sétima arte.
‘Parque Mayer’ é o nome do filme do mais recente filme de António-Pedro Vasconcelos, do qual é protagonista. Uma longa-metragem estreou no dia 6 de dezembro… O que distingue este filme de outros?

Várias coisas. Fala do Parque Mayer. Eu, por exemplo, se não tivesse tido o privilégio de ter estado dois anos da minha vida a trabalhar neste teatro, a fazer revista à portuguesa, não saberia muitas das coisas que hoje sei e da importância que a revista teve para Portugal numa altura específica, em que vivíamos numa ditadura. As pessoas não faziam a mínima ideia do que se estava a passar no país porque basicamente o governo privava-as de informação. Governava pelo medo. Era muitas vezes através da revista à portuguesa, nomeadamente aqui no Parque Mayer, que as pessoas, por entre os textos que passavam pela censura, iam sendo informadas daquilo que acontecia no país. Além de uma grande e boa história, é um filme que é serviço público.

É a primeira vez que trabalha com o António-Pedro Vasconcelos.

Há muitos anos que eu queria trabalhar com ele. Sou fã do António desde os filmes mais antigos. É um dos poucos cineastas portugueses que conhece o seu público e que se preocupa a contar uma boa história. E não tem medo nem pudor de ter de agradar a uma classe. Se ele acha que a história faz sentido, ele preocupa-se em fazer chegar essa história às pessoas da forma que ele acha que as pessoas a vão compreender. Nesse sentido, é um cineasta ao serviço das pessoas, do público e de um público que conhece. Quando surgiu a oportunidade de trabalhar com ele, obviamente a expectativa era muita porque eu era fã do trabalho dele mas não o conhecia pessoalmente. Nunca sabemos se é a mesma coisa. Traduziu-se numa experiência mil vezes melhor. Não só é um homem incrivelmente culto no ponto de vista da vida, cinema, como é um gentleman, incrivelmente generoso. É um bem-disposto, fora do normal. Alguém que tenho como modelo. Quando for grande quero ser assim.

Como é que o descreve enquanto realizador, sendo que também já teve a experiência de estar no papel dele?

Para mim a realização não é mais do que um convidar às pessoas, sejam elas atores ou técnicos, a darem o melhor de si para uma história que faça sentido a eles também. E o que o António faz é isso. Não é um cineasta ditador, tem uma ideia muito clara do que quer para a história. Convida os atores a participar, convida o guarda-roupa a participar, cria uma plataforma criativa onde toda a gente se sente bem e participativa. É tudo o que se pode querer num cineasta.

Leiam toda a entrevista AQUI.